Vago
Esparramado, caneca de café
Olhava tudo; seu agora nada
Leve; perdera seu resto de fé
Sua mente parecia espanada
Quem era não mais importava
Tampouco tudo que ostentava
Era só essência desprotegida
Sua vida deixou de ser cingida
Estava vago para ser e viver
Não precisava mais parecer
Como seria daqui em diante?
Teria de caminhar confiante
Era como ter de recomeçar
Tropeçando, sem lamentar
René Henrique Götz Licht
Enviado por René Henrique Götz Licht em 26/07/2025
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